Não é a fugir ou a temer os problemas que eles se resolvem. Não quero permanecer intacta ou receosa daquilo que aconteceu ou pode vir a acontecer.
O maior problema, é que já não me sinto bem em lado de nenhum, com ninguém. Prefiro o meu canto, de luz apagada e de olhos fechado com os meus pensamentos, que pelo menos esses não me magoam e não conseguem ser atingidos por nenhuma pessoa, como o coração que nos trai diariamente. Sim, nada o consegue controlar, nem mesmo nós. Nada o acalma, nada o faz ficar bem, nada o faz sentir seguro.
Ainda tenho a mesma opinião, deviam existir dois mundos, o da realidade e outro, onde nos pudessemos esconder cada vez que nos sentimos tristes, magoados, traídos, desiludidos ou até mesmo naqueles momentos de choque em que não nos apetece viver. Mas sim, isso não existe, e todos temos de aprender a levar cabeçadas, levar socos do mundo lá fora que nos rodeia. Não é fácil, mas não é impossível.
Eu estou a (tentar) aprender, e tu? Já conseguiste?

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